Daniel Steegmann Mangrané

Sobre

1977, vive e trabalha em Rio de Janeiro

A obra de Daniel Steegmann Mangrané frequentemente examina a área nebulosa que existe entre noções estritamente opostas na cultura ocidental, como cultura e natureza, sujeito e objeto, realidade e devaneio, visto e oculto. O artista frequentemente combina diversos elementos, como o natural com o artificial, ou os coloca em ambientes estranhos. Ao fazer isso, fabrica situações em que hierarquias predeterminadas se desfazem e as fronteiras de coisas aparentemente inversas se dissolvem para fornecer novas perspectivas de meio-termo. Sua prática abrange uma vasta gama de suportes, incluindo cinema, escultura, som, jardins e desenho, com enfoque na criação e migração de formas entre natureza, arte e arquitetura. Mangrané está particularmente interessado em processos biológicos e morfogenéticos, que usa como inspiração para a criação de obras que, respondendo a sistemas auto-impostos de acaso e princípios de composição baseados em regras, minam as fronteiras entre a estética orgânica e a estética humana e as tradicionais separações entre objetos e sujeitos.

 

Exposições individuais recentes incluem: Ne voulais prendre ni forme, ni chair, ni matière, Institut d’Art Contemporain de Villeurbaine, Villeurbaine (2019); Uma folha transparente em vez da boca, CCS Bard College, Nova York (2018); –‘- –‘-, Fundació Tàpies (2018; Uma folha transparente em vez da boca, Museu Serralves, Porto (2017); (Paisaje de posibilidades), MAMM, Medellín (2016); Lafayette Anticipation, Lafayette Foundation, Paris (2015); Animal que não existeix, CRAC Alsace, Altkirch (2014). Seu trabalho também foi destaque nas exposições do grupo Concrete Contemporary, Museum Haus Konstruktiv, Zurique (2019); Fomos criados na internet, Museum of Contemporary Art, Chicago (2018); Realidades mistas, Kunstmuseum Stuttgart, (2018); Cosmic Spring, Centre Pompidou, Metz (2017); Biotopia, Kunsthalle Mainz (2017); Mondes Flotants, 14ª Bienal de Lyon (2017); The present in drag, Bienal de Berlim (2016); Sorround Audience, Trienal do Novo Museu, Nova York (2015); Códigos de beleza, Kunsthalle Lissabon, Lisboa (2015); Tesouro de Lima, Museu Thyssen-Bornemisza, Madri (2014).

 

http://www.danielsteegmann.info/