Conversa de Encerramento "Ecos do Atlântico Sul"

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Período

13/04/2019

Horário de funcionamento

15h

Entrada

gratuita

No sábado, 13 de março, às 15h00 o Pivô recebe Julian Fuchs (Goethe-Institut), os artistas Michelle Mattiuzzi e Tatewaki Nio e os curadores da exposição Ines Linke e Uriel Bezerra ,  para uma conversa aberta que marca o encerramento da mostra Ecos do Atlântico Sul, realizada em parceria com o Goethe-Institut dentro do programa Pivô Recebe. O evento ocorre no mesmo dia que o Ateliê Aberto do primeiro ciclo de residentes do programa Pivô Pesquisa.

 

 

 

 

Tatewaki Nio é fotógrafo japonês residente em São Paulo há 20 anos. Formou-se em sociologia pela Universidade Sophia (Tóquio) e estudou fotografia no Curso de Bacharelado em Fotografia no Senac (São Paulo). Em 2017, foi contemplado com a Bolsa Zum pelo Instituto Moreira Salles; em 2016, participou de Les Résidencies Photographiques pelo Musée du quai Branly (Paris); e, em 2011, recebeu o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea (São Paulo). Mais recentemente, participou das exposições Histórias Afro-atlânticas (2018); Géométries Sud, Du Mexique à la Terre de Feu (Fondation Cartier, 2018); e 20º Festival Sesc_Videobrasil (SESC Pompéia, 2017).

 

Michelle Mattiuzzi é performer, escritora e pesquisadora. É graduada em Artes do Corpo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Seus trabalhos se apropriam do/e subvertem o lugar exótico atribuído ao corpo da mulher negra pelo imaginário cisnormativo branco, que o transforma numa espécie de aberração, entidade dividida entre o maravilhoso e o abjeto. Participou da 32ª Bienal de São Paulo, na Oficina de Imaginação Política onde publicou o texto “merci beaucoup, blanco! – experimento fotografia performance”. Em 2017, participou do Programa Capacete de Residência na documenta 14, em Atenas. No mesmo ano, em Salvador e Rio de Janeiro, apresentou a nova obra Whitenography e a performance “sobre o papel branco” na Exposição Implosão. Além disso, foi premiada com o filme “experimentando o vermelho em dilúvio” como melhor curta metragem no X Janela Internacional de Cinema do Recife. Em 2018, participou da 33ªBienal de São Paulo, no projeto afinidades afroafetivas. Apresentou no Itaú Cultural a obra ” a dívida impagável”. Exibiu com o coletivo UnitedVJs o vídeo mapping 2118 para abertura do SESC Av Paulista. Em 2019, participou do Festival Internacional de Cinema de Rotterdam com o filme Experimentando o Vermelho em Dilúvio. Vive em Salvador e São Paulo.

 

Ines Linke é pesquisadora e artista. Graduada em Artes pela University of Iowa, Mestre e Doutora em Artes pela EBA/UFMG. Leciona Teoria e História da Arte nos cursos de graduação e PPGAV da EBA/UFBA. Coordena o grupo de pesquisa Urbanidades, o projeto Bem Comum e forma parte da dupla Thislandyourland. Suas pesquisas teórico-práticas transitam pelos seguintes temas: arte e territórios, arte/poder e processos colaborativos.

 

Uriel Bezerra é professor temporário da Faculdade de Educação/UFBA, onde leciona sobre ensino de artes visuais em espaços formais e não-formais. É pós-graduando na linha de teoria e história da arte do PPGAV/UFBA. Participou do curso de formação de curadores realizado pelo Museu de Arte Moderna da Bahia, em 2014. Suas pesquisas transitam pelos seguintes temas: arte, história e memória; arte/poder.

Uriel e Ines desenvolveram em co-curadoria a exposição itinerante Ecos do Atlântico Sul, realizado pelo Goethe-Institut entre 2018 e 2019, e o fórum de arte Intervalo, que mantém debates e atividades em Salvador, propondo ações reflexivas sobre temas pertinentes ao campo de produção da arte.