13o Ateliê Aberto

Período

27/10/2018

Horário de funcionamento

SAB: 13h - 19h

Entrada

Gratuita

No dia 27 de outubro, o Pivô realiza sua décima terceira edição do Ateliê Aberto, dentro do programa de residência artística Pivô Pesquisa.

Nessa ocasião, o público é convidado a entrar em contato com o processo dos residentes, que apresentam trabalhos em andamento, testam possibilidades de exposição ou produzem conteúdos específicos para o evento, como conversas ou performances. Com formações e investigações diversas, tanto dos artistas brasileiros quanto estrangeiros, essa é uma oportunidade de experimentação de suportes, de entendimento do uso dos espaços, e a chance de experimentar possibilidades de diálogos.

Este é um importante momento de ativação do espaço e de interlocução entre artistas, agentes culturais e o público. Os residentes que participarão desta edição são: aareaAlexandre BrandãoCeleste RojasDalila GonçalvesDora SmekFriedrich EnglGui PondéHannah LeesJanina McQuoidJoão GGMarcel DarienzoOskar SchmidtPaul SetúbalRodrigo ArrudaSimon FernandesYasmin GuimarãesYorgos Petrou. 

Sobre os Artistas

aarea

aarea é uma plataforma de trabalhos de arte concebidos especialmente para a internet. Apenas um projeto é exibido a cada edição e os artistas convidados respondem ao desafio de conceber, normalmente pela primeira vez, uma obra cujo veículo exclusivo é a internet. Ao entrar no www.aarea.co, o visitante não tem contato com outros dispositivos fixos, tais como textos de apresentação, links ou botões que não pertençam à proposta do artista. A ausência de mediação que define seu formato faz do aarea uma iniciativa inédita de circulação de trabalhos de arte no ambiente virtual. O projeto é concebido e curado por Livia Benedetti e Marcela Vieira.

Alexandre Brandão, 1979, vive e trabalha em São Paulo

https://www.alexandrebrandao.com/

Alexandre Brandão utiliza diversas mídas como desenho, escultura, vídeo, objetos e instalações. Sua prática embaralha processos da natureza e da cultura e combina acaso, temporalidade, processos físicos e químicos com métodos artesanais de produção.

Tem participado de exposições incluindo “In Memoriam” (Rio de Janeiro, RJ, 2017); “66º Salão Paranaense” (Curitiba, PR, 2017); “Bolsa Pampulha 2015/2016” (Belo Horizonte, MG, 2016); ”Some False Moves” (Nova York, EUA, 2015); “Taipa Tapume” (São Paulo, SP, 2014); “18º e 17º “Festival Internacional de Arte Contemporânea SESC Videobrasil” (SP, 2013 e 2011); “Bienal de Filmes de Arte de Colônia” (Alemanha, 2005). Entre as exposições individuais que realizou estão “Experimentos com o acaso” (Paris, França, 2016), “Chão” (São Paulo, SP, 2015); “Efeito sem causa” (São Paulo,SP, 2013) e “Quase sombra” (São Paulo, SP, 2012). Em 2010 foi premiado na 5ª Bienal Interamericana de Videoarte (Washington DC) e em 2014 ganhou o prêmio Bolsa de Residência Artística ICCo / SP-Arte na instituição Residency Unlimited, em Nova York.

Celeste Rojas Mugica, 1987, vive e trabalha em Buenos Aires

http://www.celestrip.com

Artista formada em fotografia com ênfase em direção de fotografia e produção de cinema. Sua obra investiga as formas de construção da memoria, a história latinoamericana recente e os limites entre a ficção e o documental, em obras que refletem sobre os meios fotográficos e os materiais de arquivo principalmente.

Dalila Gonçalves, 1982, vive e trabalha em Porto

http://dalilagoncalves.com/novo/pt/trabalho

Faculdade de Belas Artes Universidade do Porto 2005 . Mestrado pelas FBAUP e FPCEUP (U. Porto, 2009). PHD (em frequência), FBAUP, Porto.

Seleccionada para a II edição do Curso de Fotografia do Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística (Lisboa, 2008). Bolseira do programa Inov-art (Ministério da Cultura Português) em Barcelona no atelier do artista plástico Ignasi Aballí (2010-11). Artist-in-Residence Programme KulturKontakt Austria (Viena 2017); Residência Inclusartiz, Rio de Janeiro 2014.

Expõe regularmente em Instituições e em Galerias em diferentes países da Europa e da América do Sul.

Destacam-se as Exposições no Centro de Artes de Alcobendas, Madrid (2018), na Fondation Hippcréne e Centrequatre em Paris (2017); na Tabacalera, Madrid (2016); na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), no Centro de Arte Contemporânea Conservera, Murcia, Espanha (2014); no Museum of Contemporary Art in Roskilde (Dinamarca), Centro SUBTE, Montevideo (2014), , Trienal Beufort04 na Bélgica.

Participou, entre outras, nas feiras Arco Madrid (solo Show); ArteRio, SPArte (solo show), ArtBO, Zona MACO e ArtLima. Vienna Artfair; Artissima (Turim, Itália); Untitled Miami (USA).

 

Dora Smék, 1987, vive e trabalha em São Paulo

https://www.dorasmek.com.br/

 

Graduada em Artes do Corpo pela PUC-SP (Dança e Performance), é Mestranda em Artes Visuais pela Unicamp. Atualmente desenvolve pesquisas em performance, vídeo, escultura e objeto. Apresentou trabalhos no CCBB, Mostra VERBO na Galeria Vermelho, Sesc Bom Retiro, Belenzinho e Pompéia, Galeria Andréa Rehder Arte Contemporânea, Casa da Cultura da América Latina (CAL), Elefante Centro Cultural e na C. Galeria. Participou do Frankfurter Positionen Festival, Alemanha, e do Kunstenfestivaldesarts, Bruxelas. Foi atriz do Teat(r)o Oficina entre 2011 e 2012.

Friedrich Engl, 1984, vive e trabalha em São Paulo

Estudou Site Specific na Universidade de Artes Aplicadas em Viena (2014-2016). Graduado em Teatro, Filme e Estudos de Mídia na Universidade de Viena. Engl trabalha com intervenções espaciais e objetos tridimensionais. Entre suas exposições e residências recentes, destacam-se „Untertage“ at FAAP e Studio Pharus.

Gui Pondé, 1983, vive e trabalha em Londres

https://guiponde.com/

Formação: 2016, Goldsmith, Mestrado em Artes Plásticas; 2010, Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Entre suas exposições individuais destacam-se: The Sacred Assembly of The Another Other, Berlim (2017) The Otherness As A Game, Unison Hackney, Londres (2016); Fragile, Fondazione Bartoli Felter, Itália(2015). Participou das coletivas Skinscapes, Unit1 Gallery, Notting Hill, Londres (2018); Raise All Spirits, Mr. Tears Members Club, Londres (2017); Alma 1884, Hackney, Londres (2017); Video Kills-Saint James Church, Hackney, Londres (2016); Paralelus, Public spaces, Leipzig, Alemanha (2016); Abyssal Zone – Goldsmiths Final Show, Londres (2016); The Characters, Interim Show, Goldsmiths, Londres, UK (2015); Love Without Capital, The Showroom, Londres, UK (2015); Studio Session 3, Goldsmiths Gallery, Londres (2015); Onze Douze’ at Galeria Joá, Rio de Janeiro(2014); IT-Galeria Porto-Niteroi (2014); Verdades-Parque Lage, Rio de Janeiro (2013)

Hannah Lees, 1983, vive e trabalha em Londres e Margate

http://www.hannahlees.com/

Completou uma Pós-Graduação pelo Chelsea College of Art de Londres (2011) e a Residência Foundry pelo Royal College of Art de Londres (2012)

Exposições selecionadas: Nicholas Kirkwood Presents Hannah Lees, Nichlas Kirkwood, Londres, Reino Unido  (individual); Smoke, Reading Rooms, Melbourne, Austrália (individual); The Trees That Yield, Whitstable Biennale, Reino Unido (individual); British Council UK/ID Exchange Residency, Bakudapan, ID; The Sleeping Procession, CASS Sculpture Foundation, Goodwood, Reino Unido (coletiva); The Turning of Existence into its Opposite, Kingsgate Project Space, Londres, Reino Unido (individual); Turner Contemporary & the British Museum Commission: Hannah Lees, Turner Contemporary, Margate, Reino Unido (individual).

Janina Mcquoid, 1989, vive e trabalha em São Paulo

Graduada em estudos visuais pela School of the Art Institute of Chicago, ênfase em artes plásticas, teoria e prática. Participou das exposições coletivas: Arte Londrina 1 e 2; III Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea; La Usurpadora; Correspondências: Janina McQuoid e Leonardo Stroka; Programa de exposições do Museu de Arte de Ribeirão Preto e Outdoor II – Continental Love, Galeria Warm. Em 2015 participou da coletiva SMASH, na galeria BFA Boatos, onde fez sua primeira exposição individual, Um sorriso é uma espada, no mesmo ano. Em 2016 fez sua segunda exposição individual, Miruca, na galeria BFA Boatos e em 2018 Mais uma e você está ciao ciao Bambina, na Galeria Pilar.

João GG, 1986, vive e trabalha em São Paulo

Artista visual com formação pela ECA-USP. Explora interações entre cor-pigmento e cor-luz em esculturas e instalações de apelo tátil que mesclam materiais plásticos e iluminação de LED. Os trabalhos estabelecem diálogo com representação de paisagem, ficção, cenografia e vitrinismo. Recentemente participou de exposições em diversos museus e galerias, tais como Memorial da América Latina, Oficina Cultural Oswald de Andrade, Instituto Tomie Othtake, Museu Oscar Niemeyer, Zipper Galeria, Galeria Roberto Alban, entre outros. Participou do programa de exposições do Paço das Artes com o projeto O Aparato.

Marcel Darienzo, 1991, vive e trabalha em São Paulo

https://marceldarienzo.com/

Marcel Darienzo explora a intersecção das artes visuais, teatro, dança, performance, vídeo e música em trabalhos que discutem imagens e representações de si mesmo. Darienzo trabalhou em diversas posições – desde artista, até pesquisa ou curador –  em instituições como ICA, Tenderpixel, Assembly Point, Tate Modern, Enclave LAB, Nahmad Contemporary em Londres ; Ladrón Galeria na Cidade do México; Manifesta 11 em Zurique; Takt em Berlin; SESC, Museu de Arte Brasileira, Revista Select e Galeria Luciana Brito em São Paulo.

Oskar Schmidt, 1977, vive e trabalha em Berlin

oskarschmidt.de

Entre suas exposições individuais destacam-se Galerie Tobias Naehring, Leipzig (2018); Konrad Adenauer Foundation, Berlim (2017/18); Museu Gunzenhauser Chemnitz (2017); Fotomuseum Winterthur (2016); Neues Museum Weimar (2013); Instituto Goethe, Washington D. C. (2010) and C/O, Berlim (2009). Participou de exposições coletivas em instituições como Daimler Contemporary, Berlim; National Gallery of Kosovo, Pristina; C/O Berlim; Center for Creative Photography, Tucson; Aperture Foundation, Nova Iorque; Marburger Kunstverein; Museum der bildenden Künste Leipzig; Zabludowicz Collection, Londres.

Paul Setúbal, 1987, vive e trabalha em São Paulo e Goiânia

Artista e pesquisador, é membro do coletivo Grupo EmpreZa. É doutor e mestre em Arte e Cultura Visual pela UFG. Sua produção tem como eixo principal as problemáticas do corpo na sociedade contemporânea, seu uso, controle, relações de abuso e poder. Exposições Selecionadas: 2018 – “Demonstração por Absurdo” Instituto Tomie Ohtake – SP. 2017 – “As Bandeiras da Revolução” Fundação Joaquim Nabuco – PE, “13° Verbo” Galeria Vermelho – SP. 2016 – “Dark Mofo” Museum of Old and New Art – Austrália, “Behind the sun” HOME – Inglaterra, “Dano e Excesso” – Galeria Andrea Rehder – SP, “A Cor do Brasil” Museu de Arte do Rio – RJ. 2015 – “Aviso de Incêndio” Elefante Centro Cultural – DF, “Terra Comunal: Marina Abramović + MAI” Sesc Pompéia – SP. 2014 – “Grupo EmpreZa: Eu Como Você” Museu de Arte do Rio – RJ.

Rodrigo Arruda, 1993, vive e trabalha em São Paulo

http://www.rodrigoarruda.com/

Rodrigo Arruda é artista formado em artes visuais na USP. Possui trabalhos no acervo do Museu de Arte do Rio, Museu de Arte de Ribeirão Preto, Prefeitura de Santo André e na coleção KERN (Berlim). Realizou exposições no Brasil, nos Estados Unidos e na Alemanha, em instituições como: Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, Centro Cultural São Paulo, Museu do Estado do Pará, Oficina Cultural Oswald de Andrade, Museu de Arte de Ribeirão Preto, SESC Ribeirão Preto, Ateliê 397, Galeria Sancovsky, entre outros. Em 2015 integrou a Ohio State University (EUA) como pesquisador visitante. Em 2018 recebeu o prêmio aquisição do Salão de Arte de Santo André.

Simon Fernandes, 1982, vive e trabalha em São Paulo

http://milbracosdosol.tumblr.com

Atualmente, desenvolve instalações de múltiplas linguagens a partir da exploração de sonoridades, do uso poético dos materiais, bem como de ferramentas digitais.

Yasmin Guimarães, 1991, vive e trabalha em São Paulo

Participou de exposições coletivas no espaço Auroras, na Mendes Wood DM e no Ateliê397 e realizou duas exposições individuais na Galeria Superfície em São Paulo – reticências (2016) e Eyes e yes (2018) .

Suas pinturas partem da representação de paisagens, imagens e elementos do mundo, que se desmancham e se fragmentam através de diferentes suportes, em pinceladas curtas , manchas de tinta rala ou empastados de cor. Uma possível representação da ação dos ventos sobre a paisagem, ou sobre as coisas que estão no mundo.

Yorgos Petrou, 1981, vive e trabalha em Londres e Nicósia

www.yorgospetrou.com

A prática de Yorgos Petrou examina a relação entre o indivíduo e o espaco, através de performances, fotografias e esculturas que investigam espaços de memória, lenda e trauma. Em 2018 o trabalho Landmarks foi apresentado na mostra Planétes, na exposição inaugural do Cultural Capital of Europe Pafos, com curadoria de Elene Parpa. Seus trabalhos também participaram das mostras Idenalterity na 5a Bienal de Thessaloniki. Participou de coletivas no Freud Museum- Londres- Modern Art Oxford, S1 Artspace e na Site Gallery –Sheffield- ICA – Londres- Galeria Vermelho, Insitu Space for Contemporary Art – Berlim – e Wolstonenholme Creative Space – Independetes Liverpool Biennial.