12a Edição do Ateliê Aberto

Período

11/08/2018

Horário de funcionamento

SAB: 13h - 19h

Entrada

Gratuita

No dia 11 de agosto, o Pivô realiza sua décima segunda edição do Ateliê Aberto, dentro do programa de residência artística Pivô Pesquisa.

Nessa ocasião, o público é convidado a entrar em contato com o processo dos artistas em residência, que apresentam trabalhos em andamento, testam possibilidades de exposição ou produzem conteúdos específicos para o evento, como conversas ou performances. Com formações e investigações diversas, tanto dos artistas brasileiros quanto estrangeiros, essa é uma oportunidade de experimentação de suportes, de entendimento do uso dos espaços, e a chance de experienciar possibilidades de diálogos.

Para o Pivô Pesquisa esse é um momento importante de ativação do espaço e de interlocução entre artistas, agentes culturais e o público. Os artistas que participarão desta edição são Andrés Pasinovich, asma (Hanya Beliá & Matias Armendaris), Carolina Caliento, Erica Ferrari, Gabriella Garcia, Giulia Puntel, Janina McQuoid, João GG, Lyz Parayzo, Martin Lanezan, Paul Setúbal, Oskar Schimidt, Rodrigo Hernández e Thomaz Rosa.

Pivô Pesquisa é o programa de residência da instituição. Focado principalmente na prática de ateliê e acompanhamento de projetos, o programa tem como objetivo criar um ambiente de experimentação em que o tempo da criação individual é respeitado ao mesmo tempo em que se abre para interlocuções frequentes. O programa apoia uma cena artística emergente em São Paulo por meio de intercâmbios nacionais e internacionais, e busca aproximar do público os processos de criação contemporânea, convidando os visitantes a acompanharem um projeto artístico desde da concepção até o seu período visível.

Sobre os Artistas

Andrés Pasinovich, 1978, vive e trabalha em Buenos Aires

http://www.boladenieve.org.ar/artista/6600/pasinovich-andres

Em sua formação, Andrés frequentou o ateliê de Marina de Caro, os seminários de Ana Gallardo e o Centro de Investigação Artística (CIA). Em 2017, o artista participou do programa de residência do Parque Cultural de Cerâmica Shigaraki (Japão). Em 2016, ele recebeu o Prêmio do Fundo Nacional para as Artes e o Prêmio Oxenford, em 2014, 2015 e 2016, o Mecenazgo Cultural e, em 2013, o Fundo Metropolitano. Já realizou exposições individuais como SABOTAGE”, na OSDE Foundation (Argentina), “ECUÁNIME”, na Galeria Sputnik (Nova Iorque), “REVOLUTION FROM MAGIC”, na Una.Casa e “TEMPORAL”, na Galeria Arte x Arte (Buenos Aires); e nas exposições coletivas “(extract): IT ISN´T THE SOUNDING RIVER IT´S THE SWAMP”, na Galeria Maria Casado (Beccar), “LIKE A SPARKLE”, na Casa Nacional del Bicentenario (Buenos Aires), “HUMAN SCALE” na EAC URUGUAY, “ABOUT CHANGE” na World Bank (EUA), entre outras. Foi premiado com os prêmios KLEMM, ITAÚ, UADE e o Prêmio Nacional de Artes Rosario.  Vive e trabalha em Buenos Aires.

Matias Armendaris, 1990, vive e trabalha em Chicago e Cidade do México

www.matiasarmendaris.com

Mestre pelo Departamento de Pintura e Desenho na Escola de Arte do Chicago Institute. Bacharel em pintura e gravura pela Universidade Emily Carr em 2015. Participou de diversas exposições individuais e coletivas no Canadá, México, Equador, Colômbia, Peru, Eslovênia, Argentina e nos Estados Unidos. Seus trabalhos envolvem escultura, desenho, gravura, escrita e instalação. Durante sua residência no Pivô Pesquisa, Armendaris trabalha em colaboração com a artista Hanya Belia no projeto “asma”, focado na fusão de opostos, criações plurais, identidades híbridas e multiplicidade.

Carolina Caliento, 1982, vive e trabalha em São Paulo

https://carolinacaliento.wordpress.com

Mestre em Artes Visuais pela SP. Participou das residências Ateliê Aberto Videobrasil, Casa Tomada, e Rapaces – Tiempo y Lugar, Instituto Espira La Espora, Nicarágua. Organizou as residências Projeto CABRA – Centro América, Brasil, intercâmbio de artistas da América Latina, no CEIA/BH e Laboratório Hotel (Grupo Hóspede/ Secretaria de Cultura do Estado), um centro de pesquisa sobre as transformações urbanas no Largo da Batata.  Recebeu os prêmios 1º Prêmio Ateliê Aberto Videobrasil/ Casa Tomada, em 2011; Prêmio Estímulo, 34° Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto, em  2006; e Prêmio Aquisição, 3º Salão de Arte do Grande ABC,  2003. Possui obras nos acervos do Videobrasil, da Pinacoteca de São Bernardo do Campo e na Pinacoteca de Piracicaba. Entre as principais exposições, destacam-se as individuais REFUGOS, no Centro Universitário Maria Antônia, em 2016 e ABISMOS, Galeria Paralelo, em 2012.

Erica Ferrari, 1981, vive e trabalha em São Paulo

www.ericaferrari.com

Artista e pesquisadora. Mestranda em Poéticas Visuais da Universidade de São Paulo (ECA USP). Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de São Paulo com Habilitação em Escultura. Pesquisadora associada ao Fórum Permanente e ao LabOUTROS da FAU USP. Nos últimos anos produziu objetos e instalações a partir de pesquisa em torno das relações entre arquitetura, espaço e história. Das exposições recentes, destacam-se “Estratigrafia” no Paço das Artes, “Totemonumento” na Galeria Leme (São Paulo), “Provocar Urbanos” no SESC Vila Mariana (São Paulo), “Estudo para Monumento” na Funarte (São Paulo), “Interaktion”, em Berlim, Alemanha e a “32º Bienal de Artes Gráficas”, em Liubliana, Eslovênia.

Gabriella Garcia, 1992, vive e trabalha em São Paulo

www.gabriellagarcia.com.br

Gabriella Garcia é uma artista autodidata cuja prática transita entre colagens, esculturas, vídeos e instalações. Em seu trabalho, aborda relações que evidenciam o jogo de duplas opostas: sólido e o etéreo, o volume e o plano bidimensional, o condensado e o volátil, entre outros. Participou de exposições coletivas no Brasil como “Together”, na Galeria 55SP (São Paulo), em 2016, “Visionary”, na Open Gallery (Rio de Janeiro), em 2015, e internacionais como “You know you can buy it”, no B32 ArtSpace (Maastricht, Holanda), em 2015, “Collagism: a survey of contemporary collage”, no Museu Strathroy Caradoc (Ontário, Canadá), em 2016 e “Like me as you do”, no Scandinavian Collage Museum (Rennebu, Noruega). Em 2016 apresentou a exposição individual “O equilíbrio do caos”, na Galeria Recorte, em São Paulo. Vive e trabalha em São Paulo.

Giulia Puntel, 1992, vive e trabalha em São Paulo

https://www.instagram.com/giulia_puntel/

Giulia formou-se em artes plásticas pela Escola Guignard (UFMG). Seu trabalho parte de investigações sobre pintura e cinema para criar suas telas figurativas. Em 2017, participou da exposição coletiva “Exercício”, na Galeria Jaqueline Martins (São Paulo), com curadoria de Marcio Harum. Vive e trabalha em São Paulo.

Janina Mcquoid, 1989, vive e trabalha em São Paulo

Graduada em estudos visuais pela School of the Art Institute of Chicago, ênfase em artes plásticas, teoria e prática. Participou das exposições coletivas: Arte Londrina 1 e 2; III Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea; La Usurpadora; Correspondências: Janina McQuoid e Leonardo Stroka; Programa de exposições do Museu de Arte de Ribeirão Preto e Outdoor II – Continental Love, Galeria Warm. Em 2015 participou da coletiva SMASH, na galeria BFA Boatos, onde fez sua primeira exposição individual, Um sorriso é uma espada, no mesmo ano. Em 2016 fez sua segunda exposição individual, Miruca, na galeria BFA Boatos e em 2018 Mais uma e você está ciao ciao Bambina, na Galeria Pilar.

Lyz Parayzo, 1994, vive e trabalha em Rio de Janeiro

http://cargocollective.com/lyzparayzo

Graduanda em Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Formou-se como artista visual na Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage (2013-2016). Em 2017 foi uma das artistas indicadas ao prêmio PIPA e selecionada como umas das residentes do projeto Arte e Ativismo na América Latina (Despina – Rio de Janeiro). Durante o primeiro semestre de  2018 concluiu a residência artística da Fundação Armando Alvares Penteado. Lyz é TRANS não-binária e desenvolve uma pesquisa que investiga as possíveis e impossíveis  poéticas performativas do corpo e seus respectivos resíduos físicos e subjetivos. Já participou de coletivas nacionais e internacionais dentre as principais: Mostra de performance Verbo, na Galeria Vermelho (São Paulo), Histórias da Sexualidade, no Museu de Arte de São Paulo, Inauguração do SESC 24 de maio; Mostra Performatus 2, no SESC Santos; 2a Gran Bienal Tropical (Porto Rico), Imersões, na Casa França-Brasil (Rio de Janeiro), Encruzilhada ( Escola de Artes Visuais do Parque Lage), Abre Alas 13 (Galeria A gentil Carioca), A Urgência de Cada Um (Largo das Artes) e Descamada (Antiga Fábrica da Behring). Lyz é representada pela Galeria TATO, em São Paulo. Vive e trabalha entre Rio de Janeiro e São Paulo.

Martin Lanezan, 1982, vive e trabalha em São Paulo

http://cargocollective.com/martinlanezan/

Martin Lanezan estudou licenciatura de arte na Universidad Nacional de Artes (UNA), na Argentina. Desde 2008, vem realizando exposições individuais e coletivas na Argentina e fora do país. Em 2008, ganhou o 1o Prêmio da seleção Galeria Proyecto A e o 1o Prêmio en Obra, Barrio Jovem arteBA 2012. Trabalha com pinturas, bordados e objetos que refletem seu interesse na mitologia rural e crenças populares. Desde 2014, vive e trabalha em São Paulo.

Paul Setúbal, 1987, vive e trabalha em São Paulo e Goiânia

Artista e pesquisador, é membro do coletivo Grupo EmpreZa. É doutor e mestre em Arte e Cultura Visual pela UFG. Sua produção tem como eixo principal as problemáticas do corpo na sociedade contemporânea, seu uso, controle, relações de abuso e poder. Exposições Selecionadas: 2018 – “Demonstração por Absurdo” Instituto Tomie Ohtake – SP. 2017 – “As Bandeiras da Revolução” Fundação Joaquim Nabuco – PE, “13° Verbo” Galeria Vermelho – SP. 2016 – “Dark Mofo” Museum of Old and New Art – Austrália, “Behind the sun” HOME – Inglaterra, “Dano e Excesso” – Galeria Andrea Rehder – SP, “A Cor do Brasil” Museu de Arte do Rio – RJ. 2015 – “Aviso de Incêndio” Elefante Centro Cultural – DF, “Terra Comunal: Marina Abramović + MAI” Sesc Pompéia – SP. 2014 – “Grupo EmpreZa: Eu Como Você” Museu de Arte do Rio – RJ.

Oskar Schmidt, 1977, vive e trabalha em Berlin

oskarschmidt.de

Entre suas exposições individuais destacam-se Galerie Tobias Naehring, Leipzig (2018); Konrad Adenauer Foundation, Berlim (2017/18); Museu Gunzenhauser Chemnitz (2017); Fotomuseum Winterthur (2016); Neues Museum Weimar (2013); Instituto Goethe, Washington D. C. (2010) and C/O, Berlim (2009). Participou de exposições coletivas em instituições como Daimler Contemporary, Berlim; National Gallery of Kosovo, Pristina; C/O Berlim; Center for Creative Photography, Tucson; Aperture Foundation, Nova Iorque; Marburger Kunstverein; Museum der bildenden Künste Leipzig; Zabludowicz Collection, Londres.

Rodrigo Hernández, 1983, vive e trabalha em Lisboa e Cidade do México

http://www.rodrigo-hernandez.net/

Hernández transita por diversas mídias como desenho, pintura, escultura e instalação, em obras que discutem tanto o formalismo quanto a história social das imagens e dos materiais que utiliza. Sua residência no Pivô resultará em uma exposição no segundo andar da instituição, com objetos produzidos diretamente no espaço e outros organizados numa montagem mais instalativa.

Estudou na Akademie der Bildenden Künste em Karlsruhe e na Jan Van Eyck Academie em Maastricht. Nos últimos anos, recebou os prêmios de residência Laurenz-Haus Stiftung e Cité International des Arts. Entre suas exposições individuais recentes destacam-se: Shadow of a Tank, Art Basel Statements; Plasma, Madragoa, Lisboa, 2017; Every forest madly in love with the moon has a highway crossing it from one side to the other, Kurimanzutto; El pequeño centro, Museo Universitario del Chopo, entre outras.

Thomaz Rosa, 1989, vive e trabalha em São Paulo

Bacharel em Artes Visuais pela UNESP e participou da residência da Faculdade de Belas Artes do Porto, Portugal. Em 2017 apresentou as mostras individuais, “UNWELT”, Galeria Boatos Fine Arts, BFA e “Projeto Solo”, SP-Arte. Também participou das coletivas “Four Points”, Duas de Letra, Café galeria do Porto em Portugal (2013); “Movel Up”, Universidade do Porto, Portugal (2013); “Desvelo”, Exposição de conclusão do curso de Bacharelado em Artes Visuais na UNESP; “Uma seleção de obras dos artistas brasileiros Marcelo Cipis e Thomaz Rosa”, Boatos Fine Arts, BFA, Milão, Itália (2016); “Circumscriptio, Compositio, Receptio Luminum”, Galeria Boatos Fine Arts, São Paulo, SP (2016); “Oito Artistas”, Galeria Mendes Woods DM, São Paulo, SP (2016) com curadoria de Bruno Dunley e Lucas Arruda, “Independent Régence”, Bélgica e “Ontem foi um dia longo”, com curadoria de Guilherme Teixeira no Museu de Arte de Ribeirão Preto em Ribeirão Preto.

João GG, 1986, vive e trabalha em São Paulo

Artista visual com formação pela ECA-USP. Explora interações entre cor-pigmento e cor-luz em esculturas e instalações de apelo tátil que mesclam materiais plásticos e iluminação de LED. Os trabalhos estabelecem diálogo com representação de paisagem, ficção, cenografia e vitrinismo. Recentemente participou de exposições em diversos museus e galerias, tais como Memorial da América Latina, Oficina Cultural Oswald de Andrade, Instituto Tomie Othtake, Museu Oscar Niemeyer, Zipper Galeria, Galeria Roberto Alban, entre outros. Participou do programa de exposições do Paço das Artes com o projeto O Aparato.