11º edição do Ateliê Aberto

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Período

12/05/2018

Horário de funcionamento

13h as 19h

Entrada

Gratuito

No dia 12 de maio, o Pivô realiza sua décima primeira edição do Ateliê Aberto, dentro do programa de residência artística Pivô Pesquisa.

Nessa ocasião, o público é convidado a entrar em contato com o processo dos artistas em residência, que apresentam trabalhos em andamento, testam maneiras de exposição ou produzem conteúdos específicos para o evento, como conversas ou performances. Com backgrounds e investigações diversas, tanto dos artistas brasileiros quanto estrangeiros, essa é uma oportunidade de experimentação de suportes, de entendimento do uso dos espaços, e a chance de experienciar possibilidades de diálogos.

Para o Pivô Pesquisa esse é um momento importante de ativação do espaço e de interlocução entre artistas, agentes culturais e o público. Os artistas que participarão desta edição são Daniel Jablonski, Eleni Bagaki, Engel Leonardo, Juliana Cerqueira Leite, Frederico Filippi, Flora Rebollo, Gabriella Garcia, Gokula Stoffel, Guerreiro do Divino Amor, Gui Mohallem, Guido Yannitto, Lucas Simões, Manoela Medeiros, Pedro Victor Brandão, Romain Dumesnil, Sofia Lotti, Thalita Hamaoui, Thiago Barbalho e Yuli Yamagata.

No mesmo dia do Ateliê Aberto, às 14h, ocorrerá  o lançamento do livro “Não Sou Daqui, Nem Sou de Lá. Gestão, Curadoria e Residência Artística em Rede”, projeto contemplado pelo Programa Rede Nacional Funarte de Artes Visuais 12ª Edição. Para o lançamento acontecerá uma mesa de conversa  composta por Denis Rodriguez, Fernanda Brenner, BREU e Curatoria Forense.

Sobre os Artistas

Daniel Jablonski, 1985, vive e trabalha em São Paulo

www.danieljablonski.org

Daniel Jablonski é um artista visual, professor e pesquisador. Sua diversa produção se norteia pela indagação do local do indivíduo na formação de novas mitologias e discursos do cotidiano. Já participou de exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, em instituições como o Centro Cultural São Paulo, no Instituto Tomie Ohtake, no Museu da Imagem e do Som, no SESC Vila Mariana, e nas galerias Sancovsky e Zipper, bem como na Casamata, no Centro Cultural Sergio Porto e no Espaço Cultural do BNDES (RJ), e na Universidade Torcuato Di Tella (Buenos Aires). Atualmente vive e trabalha em São Paulo.

Eleni Bagaki, 1979, vive e trabalha em Atenas

elenibagaki.tumblr.com/

Fez mestrado em artes plásticas na Central Saint Martins em Londres e já participou de diversas residências, como na Kantor Foundation, na Cracóvia, na NEON Organization for Culture and Development, em Atenas. Seus trabalhos lidam com narrativas afetivas e políticas, aliando senso de humor e críticas sociais aos processos de relacionamentos pessoais. Já realizou as individuais “A book, a film, and a soundtrack” e “Crack, Crack, Pop, Pop…oh what a relief it is!”, na Radio Athènes (Atenas), “Economy Class”, no Signal Center for Contemporary Art (Malmo) e “Now you see me, oh now you don’t”, em NEW STUDIO (Londres).

MA from Central Saint Martins, London. Her works deal with affective and political narratives, featuring humor and social critique about personal relationships. Holds many residency grants such as Kantor Foundation, in Krakow, and NEON Organization for Culture and Development, in Athens. Eleni already held the solo shows “A book, a film, and a soundtrack” and “Crack, Crack, Pop, Pop…oh what a relief it is!”, in Radio Athènes (Athens), “Economy Class”, in Signal Center for Contemporary Art (Malmö), “Now you see me, oh now you don’t”, in NEW STUDIO (London). Lives and works in Greece.

 

Engel Leonardo, 1977, vive e trabalha em Distrito Nacional

 engelleonardo.com

 

Estudou na Faculdade de Arte da Universidade Autônoma de São Domingo, com estudos complementares na Escola de Design Altos de Chavón. Sua proposta de residência envolve uma pesquisa sobre os aspectos formais e sociopolíticos da arquitetura moderna brasileira. Recentemente apresentou as individuais “Ansapit”, em Formato Cómodo (Madri), “República Bananeras Unidas”, em Junta (Panamá), “Plátano Power Bottom”, em White Cube Toilet Gallery (Londres), e das coletivas “Habitar la frontera”, no Espacio de arte OTR (Madri) e da Segunda Gran Bienal Tropical de Porto Rico. Vive e trabalha em São Domingo.

Juliana Cerqueira Leite

www.julianacerqueiraleite.com

Juliana Cerqueira Leite é uma artista brasileira nascida em Chicago. Seus vários trabalhos de escultura, desenho, vídeo e fotografia foram exibidos internacionalmente. Já realizou exposições individuais e em grupo em espaços como a Saatchi Gallery (Londres), o Antarctic Pavillion (Veneza), Marres, House for Contemporary Culture (Maastricht), Galeria Casa Triângulo (São Paulo), Galeria Lorcan O’Neill (Roma), TJ Boulting (Londres), DUVE (Berlim) e galeria Regina Rex (Nova Iorque). Foi premiada com o Furla Art Prize em 2016 por sua contribuição na 5ª Bienal Internacional de Moscou de Arte Jovem.

Frederico Filippi, 1983, vive e trabalha em São Paulo

cargocollective.com/fredericofilippi

Frederico Filippi nasceu em São Carlos em 1983 e vive e trabalha em São Paulo. Entre suas principais exposições estão: individuais Próprio-Impróprio (Galeria Leme, 2016), O Sol, o Jacaré Albino e Outras Mutações (Galeria Athena Contemporânea, 2016), Fogo na Babilônia (Pivô, 2015); e as coletivas Bienal de Foto e Vídeo de Brandt (Dinamarca, 2016), Si no todas las armas, los cañones – Matadero, Madrid, *Até Aqui Tudo Bem* (White Cube São Paulo), 5ª Bolsa Pampulha no Museu de Arte da Pampulha (2014), *A parte que não te pertence*, Galeria Maisterra Valbuena (Madrid). Residências e bolsas: PIMASP, Museu de Arte de São Paulo (2016/17), Intervalo-Escola, Amazonas (2017), KIOSKO, Bolívia (2015); El Ranchito – Matadero, Madri (2014), 5ª edição da Bolsa Pampulha, Belo Horizonte (2013/14), La Ene, Buenos Aires (2013) Centro de Investigaciones Artisticas, Buenos Aires (2013), Ateliê Aberto #6, Casa Tomada (2012) e Red Bull House of Art, SP (2011). Prêmio IBEU 2013.

Gabriella Garcia, 1992, vive e trabalha em São Paulo

www.gabriellagarcia.com.br

Gabriella Garcia é uma artista autodidata cuja prática transita entre colagens, esculturas, vídeos e instalações. Em seu trabalho, aborda relações que evidenciam o jogo de duplas opostas: sólido e o etéreo, o volume e o plano bidimensional, o condensado e o volátil, entre outros. Participou de exposições coletivas no Brasil como “Together”, na Galeria 55SP (São Paulo), em 2016, “Visionary”, na Open Gallery (Rio de Janeiro), em 2015, e internacionais como “You know you can buy it”, no B32 ArtSpace (Maastricht, Holanda), em 2015, “Collagism: a survey of contemporary collage”, no Museu Strathroy Caradoc (Ontário, Canadá), em 2016 e “Like me as you do”, no Scandinavian Collage Museum (Rennebu, Noruega). Em 2016 apresentou a exposição individual “O equilíbrio do caos”, na Galeria Recorte, em São Paulo. Vive e trabalha em São Paulo.

Gokula Stoffel, 1988, vive e trabalha em São Paulo

Gokula Stoffel invetiga em sua produção os desdobramentos possíveis do pictórico através de objetos e no espaço. Realizou em 2017 sua primeira exposição individual “Madona Ansiosa” no Galpão Fortes D’Aloia e Gabriel e participou das coletivas “Um tufo de pelos preso fortemente a um cabo”, com curadoria de Bruno Mendonça no Epicentro Jardins e “A terceira mão”, com curadoria de Erika Verzutti na Galeria Fortes D’Aloia e Gabriel.

Guerreiro do Divino Amor, 1983, vive e trabalha em Rio de Janeiro

www.guerreirododivinoamor.com

Guerreiro do Divino Amor é um artista suíço-brasileiro mestre em arquitetura. Sua pesquisa explora as Superficções, forças ocultas que interferem na construção do território e do imaginário coletivo, tomando forma de filmes, publicações e instalações. Sua obra foi exibida em várias mostras e festivais nacionais e internacionais, além de ter sido finalista do Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro 2009, com seu trabalho “Clube da Criança” (2008), vencedor do prêmio de melhor curta documentário no Transgender Film Festival de 2015 de Kiel, na Alemanha, finalista na Bienal da Imagem em Movimento de Genebra, em 2016 e duas vezes finalista dos Swiss Art Awards (prêmio paralelo à Art Basel). Guerreiro Divino do Amor já participou de exposições na Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre), na casa França-Brasil (Rio de Janeiro), na galeria Gentil Carioca (Rio de Janeiro), MAR (Rio de Janeiro) e no Centro de Arte Contemporânea de Vilnius (Lituânia). Vive e trabalha no Rio de Janeiro

Guido Yannitto, 1981, vive e trabalha em Buenos Aires

 www.guidoyannitto.com

 Graduado em artes plásticas pela Universidade Nacional de Córdoba com ênfase em pintura. Em 2009 recebeu o prêmio de produção pelo Fundo Nacional das Artes, Argentina. Em 2012, participou da primeira residência Sur Polar e foi para a Antártida desenvolver um projeto site-specific. No mesmo ano, foi premiado com a bolsa FONCA para desenvolver um projeto na Cidade do México. Recentemente, participou das exposições em grupo “Ardid del tiempo”, no Museo de Bellas Artes (Argentina) e “Una – Sur Polar, arte de la Antartida”, no Museu Contemporáneo de Bogotá (Colômbia). Seu trabalho alia a produção de tapeçarias e bordados, além de projetos colaborativos. Possui trabalhos nas coleções do MACRO, MAC e do Museu Caffafa.

Lucas Simões, 1980, vive e trabalha em Catanduva

http://www.lucassimoes.com.br/

Manoela Medeiros, 1991, vive e trabalha em Rio de Janeiro

www.manoelamedeiros.com

 Manoela Medeiros nasceu no Rio de Janeiro. Em sua pesquisa utiliza diferentes mídias, essencialmente: escultura, pintura e instalações. Usando o corpo como principal instrumento em sua obra, Manoela investiga questões sobre o tempo e espaço, e o vazio e invisível. Já apresentou seu trabalho na Galeria Thaddaeus Ropac (Paris) Prix Jeune Création, Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre), Fortes D’Aloia & Gabriel (São Paulo), Caixa Cultural (Rio de Janeiro), 62 Salon de Montrouge, Le Beffroi (Paris) entre outros. Dentre suas exposições individuais recentes destacam-se “Poeira Varrida”na galeria Fortes D’Aloia & Gabriel (São Paulo, Brasil), 2017 e “Falling Walls” Double V Gallery (Marselha, França),2017. Vive e trabalha entre o Rio de Janeiro e Paris.

Pedro Victor Brandão, 1985, vive e trabalha em Rio de Janeiro

 http://pedrovictor.com.br

 Pedro é graduado em Fotografia pela Universidade Estácio de Sá e frequentou cursos livres da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e da Universidade de Verão no Capacete. Trabalha com diferentes paisagens políticas em pesquisas sobre economia, direito à cidade, cibernética social e a atual natureza manipulável da imagem técnica. Apresentou as individuais “Pintura Antifurto”, na Casa França-Brasil (Rio de Janeiro), “Desvios na Paisagem”, na Portas Vilaseca Galeria (Rio de Janeiro) e “Tela Preparada”, na galeria Sé (São Paulo), entre outras. Participou de coletivas, como “Vivemos na melhor cidade da América do Sul”, na Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre), “DURA LEX, SED LEX”, no Centro Cultural Parque de España (Rosario) e “Estudos sobre o mercadismo”,  Casa Tomada (São Paulo). É representado pelas galerias Portas Vilaseca (Rio de Janeiro) e Sé (São Paulo).

Romain Dumesnil, 1989, vive e trabalha em Rio de Janeiro

www.romaindumesnil.com

 Romain é formado pela Sciences Po (França) e pela EAV Parque Lage, na qual integrou o programa PAC II sob direção de Lisette Lagnado em 2015. Em sua obra, Romain trabalha com acaso, transitoriedade, elementos naturais e interferências internas ou externas. Em 2017, realizou a individual “O Animal que Logo Sou”, na Galeria Zipper (São Paulo), e participou das coletivas “MA”, na galeria Luciana Caravello (Rio de Janeiro), “Les Secrets du Docteur F.” na Under-construction Gallery (Paris), “Vivemos na melhor cidade da América do Sul”, na Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre) entre outras. Vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Sofia Lotti, 1991, vive e trabalha em São Paulo

www.sofialotti.wix.com/portfolio

 

Sofia Lotti é artista visual formada pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Elege a paisagem como foco central de seu trabalho artístico, utilizando predominantemente o pastel seco e pigmentos naturais para a realização de suas obras. Em 2012, seu trabalho foi selecionado para a mostra “Três Jovens Artistas”, no Instituto Moreira Salles de Poços de Caldas. Participou também da Feira PARTE 2015 e conta com uma passagem pela residência no centro de artes MoKs, em 2016, na Estônia. Atualmente vive e trabalha em São Paulo.

Sofia Lotti is a visual artist graduated by the University of Campinas (UNICAMP). Landscapes are the central focus of her artistic work, which are composed mostly by dry pastel and natural pigments. In 2012, Sofia’s work was selected to integrate the show “Three young Artists” at Moreira Salles Institute in Poços de Caldas. She also participated in the PARTE Art Fair 2015 an in a artistic residency at the moK Arts Centre, located in Estonia. Currently lives and works in São Paulo. 

Thalita Hamaoui, 1981, vive e trabalha em São Paulo

www.thalitahamaoui.com

Graduada em artes plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Dedicou-se anos à estamparia, que agora opera em suas pinturas e esculturas recentes. Participou de exposições coletivas em instituições como o MAC – Centro e na Procession, na Foley Gallery (Nova Iorque). Em 2017 foi selecionada para realizar sua primeira exposição individual no Centro Cultural São Paulo (CCSP), “Um Passo Irreparável”.

Flora Rebollo, 1983, vive e trabalha em São Paulo

cargocollective.com/florarebollo

Flora Rebollo é formada em artes plásticas pela USP e utiliza o desenho como mídia central em sua produção. Entre suas principais exposições se destacam as individuais “Burubu” na Galeria Pilar e “meta-in-proto-pluri- sin-preter-en-forme” no programa de exposições do Centro Cultural São Paulo.

Yuli Yamagata, 1989, vive e trabalha em São Paulo

www.yuliyamagata.com

Yuli Yamagata é formada em artes plásticas pela Universidade de São Paulo e já realizou diversas exposições individuais como “Tropical Extravaganza: Paola e Paulina”, no Sesc Niterói, “Honra ao mérito”, no Fórum UFRJ, “X-Caça ao tesouro”, na Pinacoteca de São Bernardo, e coletivas como “Disfarce”, na Oficina Cultural Oswald de Andrade e “Arranjos” e “Arranjos II”, no SAO Espaço de Arte. Em 2016 participou do programa de exposições do Centro Cultural São Paulo, bem como do projeto de Individuais Simultâneas do Museu de Arte de Ribeirão Preto (MARP).

Thiago Barbalho, 1984, vive e trabalha em São Paulo

thiagobarbalho.com

Thiago Barbalho é formado em filosofia e atua como escritor e artista. Publicou os livros “Thiago Barbalho vai para o fundo do poço”, “Doritos” e “Um homem bom” pela editora Iluminuras. Em 2017 participou da exposição coletiva “Voyage” com curadoria de Alexandre da Cunha.